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O sentido de urgência

February 29, 2016

 

A bolsa rompeu. A única previsão possível é que o bebê está nascendo. Não cuidaram e a barragem rompeu e nada mais pode deter a água barrenta que tudo vai destruir. O cano estourou, a tomada está pegando fogo. Se o encanador e os bombeiros não aparecerem tudo estará irremediavelmente perdido. Sai fumaça preta do feijão queimando no fogo aceso. O dinheiro está no fim, perde só para a esperança que se afasta.

 

A criança nasceu com vários problemas neurológicos porque não cuidaram de questões sanitárias e educativas. Não deu tempo. A corrupção toma todo o tempo da organização criminosa eleita e reeleita. O PT é o vírus Zica do Brasil, transportado por instituições comprometidas, mosquitos “Aedes Brasiliae”. Ainda não há vacina, não há cura que não seja lenta, modorrenta, quase letal. O país está doente, suas mulheres são as que fazem parir, coitadas, os filhos que são resultado de tanto descaso, de tanta maldade. A febre que nos põe de cama é vermelha. Contra ela, nem a lei chega.

 

Gabeira escreveu que há que se cogitar na urgência, porque estamos morrendo à míngua. É morte por arma num país desarmado, morte por violência numa terra abusada, morte nos hospitais por falta de remédio, de cama, de gente, de tudo. Só o que existe, como na música de Ivan Lins, é a verdade escondida, a mentira, o medo. É preciso pensar em soluções rápidas. Não se pode mais esperar. Terra de um só juiz não avança. País de um só esforço não vai adiante. Tem de haver mais brasileiros neste país. Tem de haver!

 

Precisa de urgência, pra poder fazer sentido. Cadê o sentimento, a solidariedade ao se ver na TV pessoas chorando de fome e de dor. Isto não é urgente? Quanto tempo ainda isto vai continuar? Obras paradas, gente desempregada e desnorteada, lojas fechando, tristeza, depressão, merda!

 

Dilma, pelo amor de Deus, renuncia! Faz pelo menos UMA coisa boa pelo teu país, por tua gente. Pede cadeia (?) de rádio e televisão, entra no ar com altivez e confessa que não é mais possível continuar. A gente do Brasil está morrendo! Drogas entram à vontade, roubalheira sem limite, desperdício, incompetência, acabou! Não tem como a gente não morrer sem que tu abandones o cargo.

 

Dilma, o país está triste, deprimido, pobre e doente. Por culpa tua, sim! Tua e da quadrilha. Eu prometo que vamos melhorar no instante em que deixares nosso país em paz com tua ausência.

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