© MMXVII Glauco Fonseca . Todos os direitos reservados.

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Glauco e eu, por Glauco Fonseca

Escrevo por que gosto. Escrevo por que penso e consigo, de alguma forma, dar uma contribuição ao pensamento. Não estou contra o que faz bem. Sou inimigo do mal, da opressão e da desonestidade. Penso e, se existo, faço minha parte. Você pode não gostar, não concordar, detestar, até. Não me movo um milímetro por causa disso.

Sou brasileiro, casado, 50 e poucos anos, dois filhos, uma esposa que só me enche de orgulho, alegria e desejo. Sou feliz com meus 105 quilos, meus cabelos ainda estão por lá no topo do corpo e minha saúde vai bem, obrigado.

Adoro comer e só bebo por prazer e, portanto, pouco. Não fumo mais. Já fumei. Chega. Agora meu vício é escrever, conversar com meus amigos, encher as frestas do meu cérebro com coisas que prestem.

Gosto de política. Não vivo da política, mas não vivo sem ela.

Estudei bastante, leio muito, procuro saber daquilo que falo. Só direi uma besteira aqui ou ali. Será exceção. Não por que sei tudo. Não. Mas abstenho-me de falar sobre o que não sei. Uns chamam de humildade. Eu chamo de cautela, ou prudência.

Apesar das precauções, não tenho medo de escrever, como muitos têm. O que digo e escrevo, assino e me responsabilizo.

Comigo não tem gre gre pra dizer Gregório.

 

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